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O Livro dos Espíritos
por ALLAN KARDEC - tradução de José Herculano Pires
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O Evangelho Segundo o Espiritismo
por ALLAN KARDEC - tradução de José Herculano Pires
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O Livro dos Médiuns
por ALLAN KARDEC - tradução de José Herculano Pires
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Capítulo da introdução redigida por Herculano Pires para o "O Livro dos Espíritos", por ocasião da edição especial da LAKE, comemorativa do centenário da obra, em 18 de abril de 1957.

Introdução
2008-09-30 19:15:30

Com este livro, a 18 de abril de 1857, raiou para o mundo a era espírita. Nele se cumpria a promessa evangélica do Consolador, do Paracleto ou Espírito da Verdade. Dizer isso equivale a afirmar que "O Livro dos Espíritos", é o código de uma nova fase da evolução humana. E é exatamente essa a sua posição na história do pensamento. Este não é um livro comum, que se pode ler de um dia para o outro e depois esquecer num num canto da estante. Nosso dever é estudá-lo e meditá-lo, lendo-o e relendo-o constantemente.

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II - A codificação espírita
2008-09-30 19:14:42

"O Livro dos Espíritos" não é, porém, a pedra fundamental ou o marco inicial da nova codificação. Porque é o seu próprio delineamento, o seu núcleo central e ao mesmo tempo o arcabouço geral da doutrina. Examinando-o, em relação às demais obras de Kardec, que completam a codificação, verificamos que todas essas obras partem do seu conteúdo.

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III - A filosofia espírita
2008-09-30 19:13:58

Esta rápida apreciação da estrutura de "O Livro dos Espíritos", em suas ligações com as demais obras da codificação, parece-nos suficiente para mostrar que ele constitui, como dissemos, no início, o arcabouço filosófico do Espiritismo. Contém, segundo Kardec declarou no frontispício, "Os princípios da Doutrina Espírita". É, portanto, o seu tratado filosófico.

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IV - A dialética espírita
2008-09-30 19:12:32

 Hegel definiu a estrutura e a função do diálogo, identificando as suas leis com as do próprio ser: tese, antítese e síntese. Mais tarde, Marx e Engels deslocaram o diálogo dessa concepção antológica, para lher dar um sentido materialista e revolucionário. Coube a Hamelin, entretanto, definí-lo em seu aspecto mais fecundo, como um processo de fusão necessária da tese e da antítese, na produção de uma nova idéia ou nova tese.

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V - A legitimidade do livro
2008-09-30 19:11:38

Ao publicar "A Gênese", em 1868, Kardec pode acentuar que "O Livro dos Espíritos", lançado dez anos antes, continuava tão sólido como então. Nenhum dos seus princípios fundamentais havia sido abalado pela experiência, todos permaneciam em pé. Hoje, cem anos depois, se ainda vivesse entre nós, o codificador poderia dizer o mesmo.

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VI - O problema científico
2008-09-30 16:24:33

Herculano Pires explicou com muita propriedade os aspectos científicos do espiritismo na histórica introdução de sua tradução de "O Livro dos Espíritos".

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VII - O problema religioso
2008-09-30 19:10:40

A natureza religiosa de "O Livro dos Espíritos", ressalta desde as suas primeiras páginas. Como já vimos, Kardec o inicia pela definição de Deus. Mas o Deus espírita não é antropomórfico, não é um ser constituído à imagem e semelhança do homem, como o das religiões. A definição espírita é incisiva: "Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas".

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VIII - Estudos Futuros
2008-09-30 19:09:19

Este, em linhas gerais, o livro que a 18 de abril deste ano (1) completou cem anos, e cujo primeiro centenário foi celebrado em todo o mundo civilizado, pelos adeptos do Espiritismo. Sua estrutura, como se vê, o coloca entre os tratados filosóficos, e seu conteúdo se relaciona com todos os aspectos fundamentais do conhecimento. Sua simplicidade aparente é tão ilusória como a da superfície tranqüila de um grande rio.

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 Publicado em: 2010-12-22 por admin, última modificação em: 2018-04-29 por admin